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Dicas

Filmes e séries Audiodescritos que chegaram em nosso catálogo de 16 a 22 de Fevereiro

Apresentamos para vocês as séries e filmes que vão chegar em nosso catálogo nessa semana.
Os destaques ficam para a série que chegou recentemente na nossa queridíssima Netflix, onisciente A netflix também lançou um filme com a nossa atris revelação de 2012, Larissa Manoela Modo avião E Por que não darmos os nossos merecidíssimos destaques aos filmes A última música A rede social e Jenny Vai Casar
Bom, deixamos claro para vocês que essa semana vem muito filme bom por aí.

Vamos lá?

  • Domingo, 16 de Fevereiro: Série Onisciente - 1ª Temporada

    Distopias não são novidades no universo da cultura pop.
    Centenas de obras que possuem essa premissa como base já foram criadas e entretêm o público há várias décadas.
    Enquanto algumas apresentam uma proposta um pouco mais original, outras apenas se inspiram em produções anteriores para conquistar o público com uma história que, no fundo, já foi assistida muitas e muitas vezes.
    Onisciente, nova série brasileira original da netflix, se encaixa na segunda categoria.

    Porém, o que nos deixa mesmo empolgado é que finalmente, nós temos mais uma série com o recurso da audiodescrição, e isso que nos deixa com muito mais vontade de assistirmos.

    Após a popularização de Black Mirror, a adição de novos títulos em nosso site com a proposta parecida se tornou recorrente. Mais não estamos acostumados a ver títulos variados de séries nesse gênero com audiodescrição.

    Claro que não podemos esquecer da série 3% que já está aqui em nosso site com 3 temporadas todinha audiodescrita para você maratonar, aliás, serve como dica também, rsrs.
    Não por acaso, Pedro Aguilera, criador da série onisciente também é o responsável por 3%, outra produção brasileira situada em um mundo distópico e com bastante sucesso em nossa plataforma.

    A série Onisciente conta a seguinte história:

    Nina, a protagonista interpretada por Carla Salle , vive em uma cidade onde cada habitante é acompanhado por um drone do tamanho de uma mosca. Tal dispositivo foi criado pela empresa que dá nome à série e observa a tudo e a todos. Nada passa batido pela mosquinha: ela está lá na hora do banho, na hora de dormir e até mesmo nos momentos de intimidade. A semelhança com o Big Brother de George Orwell e seu 1984 não é mera coincidência.
    Após a implantação do sistema, o crime na cidade foi praticamente erradicado. Em cinco anos, foram contabilizados apenas quatro homicídios. Ao pressentir que uma ocorrência está para acontecer, o drone é ativado e a pessoa que a cometeria é logo reconhecida. Com o sucesso, o produto da Onisciente foi rotulado como infalível. O problema é que o pai de Nina é encontrado morto em sua casa com um tiro nas costas e a mosquinha não impediu que o crime acontecesse. Isso faz com que a heroína, que não por acaso trabalha como programadora na mesma empresa dos robôs, vá em busca de respostas para descobrir o motivo da morte de seu pai.

  • Segunda, 17 de Fevereiro: Filme modo avião.

    Larissa Manoela é um ícone do público infanto-juvenil. Elevada ao status de estrela após viver a mimada Maria Joaquina no remake de Carrossel , a atriz de 19 anos praticamente cresceu em frente às câmeras e sendo observada pelos milhões de fãs nas redes sociais. Toda a sua experiência em ter a vida dissecada pelo público é autoexplicativa para a sua escalação como a protagonista de Modo Avião , novo longa nacional da Netflix.
    Na trama, Manoela vive Ana, uma influenciadora digital que não vive sem o celular. Cada momento de sua vida exige uma publicação nas redes sociais: o café da manhã, a escolha da roupa para uma reunião, a comemoração de aniversário de namoro e até mesmo a(s) batida(s) de carro por estar usando o dispositivo no trânsito. Ao perceberem que esse vício ultrapassou alguns limites, os pais de Ana a proíbem de usar o celular e a enviam para o interior para passar um tempo com o seu distante avô (participação especialíssima de Erasmo Carlos ). A casa, para o seu desespero, não tem sinal de wi-fi, e obriga a jovem viver a vida simples que nunca conheceu.

  • Terça, 18 de Fevereiro: Filme Território restrito

    Agente da Imigração em Los Angeles, Max precisa lidar diariamente com os postulantes a uma vida melhor nos Estados Unidos.
    Na companhia de seus colegas, enfrenta questões que colocam em choque o senso de dever e a compaixão envolvendo a migração para o território estadunidense.

  • Quarta, 19 de Fevereiro: Filme Meu Tesouro é você

    Finalmente nós temos um filme audiodescrito disponível laaaa dos anos 67

    Acontece o jogo Packers contra Chiefs, no Primeiro Super Bowl. Twiggy é a top model do momento. Há 100 milhões de telefones instalados na América.E Elvis mergulha em busca de riqueza em Meu Tesouro é Você. Em seu último dia na Marinha, ele descobre um barco afundado. Em seu primeiro dia como civil, ele começa sua nova profissão: caçador de tesouros por conta própria.

  • Quinta, 20 de fevereiro: Filme A Rede Social

    Jesse Eisenberg ( Zumbilândia ) faz o papel do gênio da computação e estudante de Harvard sem nenhuma habilidade social, Mark Zuckerberg que, em determinado momento, irritado por uma bizarra discussão que teve com sua namorada, levando ao fim da relação, resolve se vingar criando uma ferramenta que faça o ranqueamento das meninas mais bonitas de sua faculdade. Ele troca ideias com seus colegas de quarto e parte para programar, em algumas horas, um insano site de comparação de mulheres, hackeando, para isso, a listagem (ou facebooks ) de todas as fraternidades do campus. No processo, ele precisa desesperadamente de seu amigo brasileiro, o estudante de economia Eduardo Saverin (Andrew Garfield) pois ele conhece uma equação matemática necessária para seu plano maquiavélico.
    Em horas, todo mundo de Harvard acessa seu site, então batizado de Facemash, para votar na menina mais bonita, acarretando a queda dos servidores da faculdade diante do inusitado tráfego gerado. Imediatamente, Zuckerberg chama a atenção de toda a comunidade da faculdade, especialmente do reitor e dos irmãos gêmeos Tyler e Cameron Winklevoss (vividos por Armie Hammer em um dos melhores usos de computação gráfica e efeitos visuais para gerar duplos).
    Do reitor e da comissão que analisa seu caso, poucas consequências práticas fluem, apesar de uma excelente cena de acareação, em que Zuckerberg menospreza o sistema de informática da faculdade. No entanto, da relação com os Winklevoss, nasce o Facebook, a rede social de maior sucesso do planeta, já com 500 milhões de usuários no ano do lançamento de A Rede Social . Os irmãos contratam Zuckerberg para criar um rede fechada de amizades, como se fosse um clube exclusivo.
    Zuckerberg, então, usurpa a idéia, ignora os Winklevoss e lança, junto com Saverin, que providencia a modesta quantia necessária, o site The Facebook. Evidentemente, os irmãos, de família abastada, não gostam do que vêem, mas tentam de toda maneira chegar a um acordo extrajudicial com Zuckerberg.
    Ao mesmo tempo, os criadores do The Facebook fazem amizade com um elétrico Sean Parker (Justin Timberlake), fundador do Napster e que vive a vida de seu sucesso passado, como se ele fosse uma locomotiva sem freio. A relação de Zuckerberg com Parker acaba levando o Facebook para a Califórnia e retirando Saverin da jogada. Assim, Zuckerberg, o gênio anti-social, acaba enfrentando duas ações judiciais.
    Mas o filme não é de tribunal. As duas ações judiciais são todas elas em fase pré-tribunal, que envolve apenas as partes, seus advogados e longos depoimentos ao redor de uma mesa de escritório. É uma espécie de preparação para a efetiva briga judicial.
    David Fincher inicia o filme no passado, com o tal diálogo entre Zuckerberg e sua namorada. O diálogo é impressionante por ser muito bem escrito e costurado, estabelendo com clareza a personalidade do personagem principal. Eles começam discutindo sobre clubes exclusivos, mostram a obsessão de Zuckerberg em entrar em um deles, a hesitação de sua namorada e todo o inferno que é criado a partir daí. Fincher, então, corta para a mesa de depoimentos e, a partir desse momento, o filme vai e volta, mas sempre de maneira relevante para o impulsionamento da trama.
    Eisenberg, um ator que até então considerava inexpressivo, nos convence piamente da personalidade perturbada e genial de seu personagem. Ele consegue transmitir a exata dose de nerdice e incapacidade no trato social que o personagem exige, atraindo olhares de admiração da platéia, ao mesmo tempo em que consegue, em determinadas cenas, dar asco. Vemos logo de cara que Zuckerberg é um ser diferente, uma espécie de Rain Man do mundo da computação, que mostra que está em casa em frente a um computador, mas que é completamente alheio ao que acontece ao seu redor, como se não tivesse sentimentos. Mas Eisenberg, sob a rígida direção de Fincher, consegue deixar margem para aquela dúvida no espectador: ele é assim mesmo, gerando o sentimento de pena por suas limitações ou ele finge que é assim, gerando o sentimento de ódio por suas inações?
    Andrew Garfield (então recém anunciado como o novo Peter Parker) faz um rapaz inocente que acredita e confia cegamente eu seu amigo. Ele jamais imaginaria o que estaria por vir e só acredita quando um contrato bastante injusto é esfregado em seu rosto. Talvez seja o personagem mais raso de todo o filme, mas isso não é exatamente algo ruim. O foco é Zuckerberg. Saverin faz uma espécie de antítese total, o amigo fiel e bonitão que é traído. O empreendedor que é enganado. David Fincher tomou uma clara posição quanto ao que acha de Zuckerberg, criando um Saverin mais simples e, portanto, mais fácil de simpatizarmos em detrimento a Zuckerberg.
    Armie Hammer está muito bem como os dois irmãos também ludibriados por Zuckerberg. Ele passa duas personalidades próximas, mas diferentes, uma mais aguerrida e a outra mais contemporizadora com bastante segurança e um alto grau de convencimento.
    A estrela do filme, porém, para minha absoluta surpresa, é Justin Timberlake. Lembro-me que, quando li que ele seria um dos atores do filme, imaginei-me em um diálogo com o diretor indagando o que se passava na cabeça dele por escalar um cara tão improvável.
    No entanto, Timberlake mostra imensa latitude. Seu personagem está ligado todo o tempo em 220 volts e ele consegue literalmente criar alguém odioso, um verdadeiro monstro por detrás de seu simpático, aberto e divertido semblante. Sempre relaxado, Sean Parker é retratado como a serpente no paraíso, um ser abjeto que vive de seu duvidoso sucesso passado (eu destruí a indústria fonográfica ele fala com orgulho), mas que precisa sugar sucessos alheios para se manter vivo. É um parasita, um sanguessuga, mas é maravilhoso ver Timberlake nesse papel.

  • Sexta, 21 de fevereiro: Filme A última música.

    A jovem atriz norte-americana Miley Cyrus estourou logo em seu primeiro papel televisivo ao viver Hannah Montana , uma popstar infanto-juvenil que, sem que ninguém notasse, usava uma brega peruca loira para se apresentar no mundo artístico. Sem a peruca, a garota era simplesmente Miley e, desta forma, podia seguir sua vida de estudante anônima. Assim como High School Musical , Camp Rock entre outros, a série virou um grande sucesso financeiro da Disney, com direito a filmes e milhões de produtos licenciados. Só que Miley cansou de usar a peruca e resolveu virar atriz. A Última Música ( The Last Song , 2010) é o seu primeiro desafio dramático.
    A trama é baseada no livro de Nicholas Sparks , especialista em casais românticos cheios de problemas e idas e vindas, como os de Diário de Uma Paixão e Querido John .
    Aqui, Miley vive Ronnie, uma adolescente nova-iorquina revoltada que vai passar as férias de verão com o pai no litoral junto com o irmão Jonah (o pequeno Bobby Coleman, ótimo). O pai da dupla é vivido pelo experiente Greg Kinnear ( Pequena Miss Sunshine e indicado ao Oscar por Melhor É Impossível ) que, graças à sua competência, consegue passar incólume por este longa. Durante as férias Ronnie conhece Will ( Liam Hemsworth ) e o típico romance de verão pode se tornar algo mais.

  • Sábado, 22 de Fevereiro: Filme Jenny Vai Casar

    no filme, a moça do título (Katherine Heigl), criada em uma típica família americana cristã, está na idade de se casar, mas apesar da constante pressão para que o faça, os dias passam e ela não apresenta sequer um namorado.
    A explicação surge quando o espectador descobre que Jenny, na verdade, é homossexual, namora e quer se casar com aquela que era apresentada como sua colega de quarto, Kitty (Alexis Bledel).
    Resoluta quanto ao casamento e com o apoio da namorada, resolve contar a verdade à família.

    De forma simples, o longa é desconstruído sobre um assunto atual e de muita importância social: a aceitação de quem você é e como seu entorno irá te encarar.
    Lindos e profundos diálogos marcantes, que retratam a realidade de muitas pessoas oprimidas por anos em uma vida dupla.
    Todo o tempo entendemos que é sobre amor, aceitação, igualdade, família e que nada vai mudar quem somos...Mas pode mudar a atitude egoísta e preconceituosa de pessoas limitadas.
    Enfim, uma lição.

    Aliás, já temos aqui mesmo em nosso portal um filme audiodescrito com essa mesma temática, trata-se do filme Hoje Eu Quero Voltar Sozinho que por sinal, é o mais assistido muito bem, obrigado.